Nossa História

A Fundação Matias Machline nasceu de um sonho de seu fundador: aproveitar o potencial da educação como agente de mudança na sociedade.

Desde 1986, somos uma instituição dedicada a transformar a realidade de jovens carentes da cidade de Manaus, dando a eles as ferramentas para que construam um futuro melhor. Como base, ensino técnico de excelência, oferecido gratuitamente a estudantes de baixa renda. O caminho que escolhemos é gratificante, mas não é fácil. Após a morte de nosso fundador, em 1994, vimos a comunidade do trabalho ser posta em xeque várias vezes.

Diversas instituições apresentaram-se como mantenedoras, sendo que algumas conseguiram bons resultados e foram capazes de engajar outros

empresários do Distrito Industrial nessa causa tão nobre. Infelizmente, questões financeiras e estratégias de negócios acabaram por afastar muitas empresas com potencial para triplicar a iniciava da Fundação na área da filantropia. Apesar dos percalços, não nos deixamos abater. Demos as mãos e mantemos o projeto de pé.

Entre 2001 e 2015 mudamos de nome, mas seguimos fiéis aos nossos princípios: ser uma instuição neutra, do ponto de vista político, e laica, voltada para educar e formar pessoas capazes de contribuir com o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

Em 2016, a Digitron da Amazônia assumiu o papel de mantenedora, resgatando o nome original da Fundação e traçando as diretrizes que seguimos atualmente. 

Fundação Matias Machline
nasce de um sonho de seu
fundador de melhorar a
realidade social da comunidade
de manaus através do ensino
médio técnico em Informática e
Eletrónica, com o total de 80
vagas.

Morre o Sr. Matias Machline. Sua empresa, Sharp, entra em crise financeira, inviabilizando sua permanência como mantenedora da Fundação. Por um período de 6 anos, a fundação vê a continuidade do projeto ameaçada.

A Nokia se torna mantenedora
da Fundação mudando o nome
para Fundação Nokia de
Ensino. Adota o sistema de
cotas 70% (escolas públicas) e
30% (escolas particulares), abre
2 novos cursos técnicos:
Telecomunicações e
Mecatrônica, ampliando para
160 vagas.

Recebe do ENEM o reconhecimento como a melhor escola de nível médio e técnico da região norte do Brasil, mantendo  esse reconhecimento até os dias atuais. 

Nokia inicia a construção de um novo campus para instituição com estrutura e equipamentos tecnológicos de última geração. A fundação passa a ser considerada como maior projeto social mundial da Nokia.  

Nasce o curso preparatório, conhecido na época como Pré-nokianos, que disponibilizava 180 vagas e contava com uma prova de seleção. 

A Nokia é comprada pela gigante da informática Microsoft, que assume o papel de mantenedora da Fundação.

A Microsoft Brasil encerra as
atividades no Polo Industrial
de Manaus, em
consequência não abre
vagas para processo seletivo
de 2016. A partir desse
momento iniciam as
negociações em busca de
um novo mantenedor. 

A Digitron da Amazônia torna-se a
nova mantenedora aceitando
desafio de resgatar o projeto
social. A instituição volta a se
chamar Fundação Matias
Machline, em homenagem ao
fundador e amplia as vagas para
270.

Amplia a atuação do Projeto Social, aumentando para 368 vagas anuais dos cursos técnicos e 1000 vagas para o Curso Preparatório.

Matias Machline foi um filantropo, um altruísta que acreditava no poder da transformação através da educação.

Ele criou o projeto social a Nokia ampliou a iniciativa e a Digitron pretende eternizar e isso iniciou com o resgate do nome Fundação Matias Machline.