Sobre a Fundação

HISTÓRIA

Em 1986, por meio de um convênio firmado entre a Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA), Governo do Estado do Amazonas, Federação das Indústrias do Amazonas (FIEAM) e o Centro das Indústrias do Estado (CIEAM), foi criado o Centro Estadual de Ensino Profissionalizante em Informática (CEPI) com o objetivo de preparar jovens para o mercado de trabalho.  Inicialmente oferecendo 60 vagas distribuídas em duas turmas, o curso teve sua instalação na Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (FUCAPI). Devido dificuldades alheias, o curso durou somente 1 ano.

Ciente da qualidade do capital humano em formação, o Diretor da FUCAPI, Sr. Manoel Rodrigues, levou o projeto ao conhecimento de empresários do Distrito Industrial com objetivo de manter o modelo em funcionamento. Entre eles, estava o Sr. Matias Machline, presidente da Sharp do Brasil S/A, que decidiu abraçar a causa, ampliar e transformar sua empresa em Mantenedora oficial do Projeto. As instalações físicas localizadas no Distrito Industrial foram doadas pelo Governo do Estado do Amazonas e, após reforma, passou a contar com restaurante, modernas salas de aula, laboratórios, biblioteca, ambulatório médico-odontológico e quadras para prática desportiva.

Assim, em 06 de abril de 1987, a Fundação de Ensino e Pesquisa “Matias Machline” (FEPEMM) inicia as suas atividades em regime de tempo integral, preparando os jovens no ensino acadêmico e profissionalizante nas áreas de informática e eletrônica. Desde então, o processo seletivo desperta o interesse dos jovens e familiares pelo ensino gratuito e de qualidade com foco no desenvolvimento profissional que garante, aos alunos formados, postos de trabalho em grandes empresas e sucesso nos processos seletivos para Universidades nacionais e internacionais.

A partir de 1992, a instituição passou a adotar o sistema de cotas, reservando 70% das vagas para estudantes egressos da rede pública de ensino e 30% aos da rede particular e nesse período, a instituição passou a adotar o nome “Fundação Matias Machline (FMM)”.

Em 12 de agosto de 1994, morre o Sr. Matias Machline em trágico acidente nos Estados Unidos. “Gaúcho de Bagé, Machline era a Sharp e a Sharp era Machline. Vendedor de máquinas de calcular em Porto Alegre nos anos 50, ele ergueu em 30 anos um império que chegou a reunir 44 empresas e faturar 1 bilhão de dólares.

A morte do fundador afetou consideravelmente o grupo Sharp e, consequente, a Fundação. Dois anos depois, já eram visíveis as dificuldades da escola, que seriam intensificadas nos três anos seguintes. Diante da iminência de fechar as portas, imbuídos com o mesmo espírito do Sr. Manoel Rodrigues que lutou, em 1986, para que o projeto CEPI não tivesse as atividades encerradas, a Direção e o corpo de funcionários da Fundação buscaram novas alternativas junto à SUFRAMA, ao Governo do Amazonas e às empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM).

O ano 2000 foi muito marcante para a Fundação, pois a empresa Nokia do Brasil Tecnologia Ltda, que se consolidava como uma das mais importantes do PIM, iniciava as negociações para assumir a escola como sua nova mantenedora.

Em 2001 iniciam as atividades da Fundação Nokia de Ensino (FNE), com nova estrutura, quatro cursos, sendo Eletrônica, Informática, Mecatrônica e Telecomunicações, 160 vagas e com uma filosofia educacional totalmente voltada à busca contínua pela excelência da educação, tornando-se em pouco tempo uma das melhores instituições de ensino da Região Norte.

Em 2008, a FNE posicionou-se como a melhor escola de ensino técnico profissionalizante da Região Norte do Brasil, de acordo com o seu desempenho no Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM). Nos dois anos anteriores já havia se destacado como a melhor escola do estado do Amazonas, pelos critérios do mesmo exame. Também foi premiada pela Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE) e sempre figura no quadro de méritos das olimpíadas de Física, Química, Informática, Astronomia e Astronáutica.

Em 2011, ano em que a Fundação completou 25 anos, a Nokia anunciou um investimento de R$ 40 milhões para a construção do novo campus da instituição. Em 2013, prestes a inaugurar a nova estrutura física, aconteceu a renovação da marca e do nome instituição, que passou a se chamar apenas “Fundação Nokia”. Nesse momento a divisão de aparelhos móveis da Nokia é vendida para Microsoft Corporation. No Brasil, a multinacional é representada pela empresa Microsoft Brasil e, em 2014, assume o papel de mantenedora da Fundação.

Em 2015, a Microsoft Brasil anuncia a venda da fábrica de Manaus para a Flextronics, e, consequentemente, o encerramento das suas atividades no Polo Industrial de Manaus. A partir desse momento iniciam as negociações em busca de um novo mantenedor para a então Fundação Nokia.

Em 2016, nesse contexto, a Digitron da Amazônia enxerga a oportunidade para que mais pessoas tenham educação de qualidade e assim se torna a nova mantenedora oficial do projeto e a instituição volta ao nome inicial, passando a se chamar Fundação Matias Machline, uma homenagem ao seu fundador.

Atualmente, a Fundação Matias Machline beneficia cerca de 480 jovens por ano, que recebem ensino de qualidade, em período integral, com salas de aula climatizadas e recursos multimídia; biblioteca informatizada com mais de 14 mil títulos, assinaturas de revistas e jornais e acesso à internet; serviços médico, odontológico e de urgência; restaurante, laboratórios modernos e bem equipados; complexo poliesportivo. O corpo docente é formado por professores altamente qualificados, que ministram suas aulas a partir de uma metodologia diferenciada, ligada aos bons valores e ao ensino de excelência com os olhos postos no futuro.

MISSÃO

Educação de excelência, futuro de conquistas.

VISÃO

Evolucionar para desenvolver a sociedade .

VALORES

  • Compromisso com a Educação
  • Disciplina
  • Incentivo e reconhecimento
  • Cuidado e apoio
  • Equidade e colaboração

DIRIGENTES DA FUNDAÇÃO MATIAS MACHLINE